quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A pergunta que deve ser feita hoje (e que efetivamente faço) é: por que é que há tanta gente DESONESTA? Por que é que a probidade, a honradez, o decoro, andam tão capengas e fora de moda? E não é só na política, não. Infelizmente. As diversas searas (Saaras?!) da vida social estão assoladas completamente pela falta de compreensão do espaço do outro, de respeito por este outro, de boa vontade para com a alteridade. E se alguém pode dar rasteiras, puxar tapetes, com carinhas de bom moço, dificilmente não o fará. Claro que não são todos (graças aos céus!).  Mas tem gente que virou professor da Universidade por conchavo, por safadeza, por afinidades eletivas (afetivas) mais que por real mérito (alias tem tanta gente sem mérito nestas instituições de ensino que nem vale a pena ficar falando nisso). Tem tanto policial que se entende acima de qualquer direito de quase todo cidadão que lhe passa na frente, que é de dar nojo. Tão bom que fossem multados os senhores policias que estacionam em lugares proibidos. (Não entendem que o “proibido” é para qualquer um, inclusive para eles mesmos, os representantes da Lei?) Há tantos artista que são “geniais” e as suas “genialidades” lhes dão, acreditam, poderes de passar por cima de qualquer um reles mortal. Há tantos juízes, que pelo amor de Deus! Sim, há tantos outros que por qualquer patente baixa se lança nos picos do manda-manda. Vocês têm ideia de quanta gente F-D-P te sorri e o sorriso é só uma forma de disfarçar o mal caráter, de dar boa aparência ao esgoto que lhes vai por dentro? Sim, devem estar pensando: “Que cara mais casmurro!”. Casmurro não. Cheio. Perdoe-me. É que ando de fato muito cheio de muita coisa e de muita gente (que nem gente mesmo de verdade é).


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